Mandato
Comprar ou vender um ativo, caso a caso
Um serviço à parte da assinatura, avaliado um por um. Na maioria das vezes a resposta é que a assinatura basta.
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Um caso que se recusa
A Terminal Cuenca del Plata, em Montevidéu, tem a concessão prorrogada até 2081. Não há processo aberto nem comparável recente contra o qual discutir um preço, então um mandato sobre esse ativo seria cobrar por esperar. Isso se diz antes e não se cobra.
- 02
O que pede do cliente
O ativo, o perímetro e o que já foi decidido. Sem isso não há mandato: há uma pergunta, e uma pergunta não se cobra como mandato.
- 03
O que entrega
Um documento com a leitura do registro aplicada àquela transação: os comparáveis do seu caso, quem os comprou, a quê foram autorizados e com que condições, com o processo de cada um.
- 04
Quando se recusa
Quando o ativo está fora dos cinco mercados, quando o que se pede é uma avaliação assinada — que aqui não se faz — ou quando o calendário do cliente exige gente que esta empresa não tem.
- 05
O que não inclui
Não inclui representação, não inclui negociação e não inclui apresentações a terceiros.
Um mandato se propõe por escrito. Se for aceito, o que se entrega é um documento: não há ligações, não há reuniões e não há prazo comprometido para nada.
Assinatura
O seu comparável já está escrito. A pergunta é quem o lê primeiro.
A edição completa chega agora, sem custo e sem assinatura automática. Se o Cone Sul não é o seu mercado, você vai ver ali mesmo; e se for, você vai ter a data, o processo e o número antes da sua contraparte. E se depois você assinar e não lhe servir, você tem 30 dias: um clique e o pagamento volta inteiro, sem que ninguém lhe pergunte nada.